O Sol espalha sobre a terra os seus luminosos raios.
O calor é intenso.
Homens e mulheres passeiam pelas ruas a passos sonolentos.
O vapor d’água dos rios e mares ascende pela atmosfera morna alcançando as alturas e juntando-se em brancas nuvens que flutuam sob um céu límpido, mesclando-se a outras nuvens sopradas por uma aragem, talvez marítima.
O mar do céu está carregado de embarcações flutuantes de vapores d’água, que se multiplicam e começam perder sua alvura, mergulhando num escuro cinzento e temeroso.
Uma camada de ar frio, vindo de alguma região temperada assola o negrume.
Os céus trombeteiam.
Clarões invadem o espaço explodindo-se a seguir.
A água derrama-se finalmente.
Pobres e ricos veem-se batizados pelas águas, benzidas pelos raios e beijadas pelo sol.
A carícia refrescante e líquida lava a cidade sorridente, adornada pelo pó, tornando-a limpa e brilhante.
É a chuva, que lava o espaço, varre o asfalto e deixa a cidade com um aspecto ameno e agradável.
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